segunda-feira, outubro 26, 2026

Brio

Vê-se e custa a crer.
Custa muito a crer onde já chega a falta de brio, de respeito pela nossa História e de defesa da nossa identidade por parte de quem faz e permite fazer coisas como estas no Vitória Sport Clube.
Um Vitória x Braga, seja qual for a modalidade e seja qual for o escalão, é um derbi.
Sendo ao nivel das principais equipas de futebol é um dos maiores derbis de Portugal (para mim o maior até) , um enorme clássico do nosso futebol e um jogo em que o resultado é sempre mais importante do que aquele que aparece no marcador final
Um jogo de campeonato que vale mais que três pontos e em provas a eliminar vale mais que a eliminação do velho rival.
Um jogo em que se afirma a identidade do clube, como em nenhum outro, e a que as respectivas comunidades em nada são alheias.
É por isso um jogo em que tem de se jogar sempre, casa e fora (nada o impede porque os principais equipamentos de ambos os clubes em nada se confundem) , com o primeiro equipamento o que no caso do Vitória significa com a camisola branca e desejavelmente com calções pretos.
Infelizmente não é isso que tem acontecido e o Vitória aceita jogar em Braga com equipamentos alternativos, ao sabor mas não obrigatório dos ignorantes que na Liga decidem essas coisas, ao invés de jogar com o principal como devia fazer sempre nesses e noutros jogos clássicos.
Mas se isso já é mau, e revela uma triste condescendência que já vem de há demasiados anos a esta parte, que dizer quando nas próprias redes sociais do clube se anuncia esse jogo da quarta eliminatória da Taça de Portugal com uma imagem em que os jogadores do Vitória trajam todos de negro como se fossemos a Académica de Coimbra ou o Académico de Viseu?
Será que no actual Vitória é igual jogar de camisola branca ou de camisola preta?
Será que no actual Vitória prescindir voluntariamente de uma das nossas mais fortes marcas identitárias, a nossa camisola branca, não tem qualquer importância?
Será que no actual Vitória não percebem, não sabem, não conhecem o peso e o valor dos nossos símbolos?
Absolutamente lamentável.
E ainda mais porque quando num tempo em que o clube tanto precisa de ser bem defendido, e pelos vistos até em coisas fáceis de fazer parece ser complicado, que pensar sobre o que vai acontecer noutras bem mais complexas em que a qualidade da nossa defesa é vital para o nosso futuro?
Depois Falamos.

Palhaçada

Infelizmente o senhor Pedro Proença e os seus capangas na direção da FPF transformaram a outrora festa do futebol numa enorme palhaçada em que obviamente tudo é feito para ela ser ganhar pelos três do costume ou, em ultimo caso, pelo Braga.
A exemplo, aliás, daquilo que já acontece com a Taça da Liga.
É difícil de compreender porque razão os clubes que estão nas provas europeias (Porto, Sporting, Torreense, Benfica e Braga) apenas entram agora na competição dado que a presença na Europa não é razão suficiente para os impedir de entrarem em prova na eliminatória anterior como os restantes clubes da Liga.
Mas mais incomprensível, e totalmente inaceitável para quem defende um futebol limpo, transparente e sem fretes é o facto de nesta eliminatória por decisão federativa Porto, Sporting, Benfica e Braga não se poderem defrontar entre eles.
Por serem europeus?
Claro que não porque se assim fosse essa restrição também se aplicaria ao Torreense o que não acontece e até vai defrontar o Benfica.
Qual a razão então?
Simples.
Proença e capangas querem apenas garantir que os três do costume mais o Braga por arrasto estejam em competição o mais tempo possível porque isso é o que dá dinheiro e agrada aos patrocinadores. E portanto aldraba-se a verdade desportiva, despreza-se o interesse de todos os outros clubes, cerceiam-se as suas legítimas ambições para que o dinheirinho mande e comande.
A outrora festa do futebol, a que chamavam a mais democrática de todas as competições, é hoje um arranjinho económico sem qualquer verdade desportiva.
Admira-me, mas cada vez menos, é como os restantes clubes aceitam sem tugir nem mugir esta pouca vergonha ao invés de se retirarem todos da competição e deixarem o senhor Proença com uma espécie de "final four" dos seus sonhos.
E sejamos claros.
Quem distorce regulamentos e anula a verdade desportiva em função desse objectivo fará tudo o necessário para que ele aconteça.
Um futebol que mete nojo!
Depois Falamos.

Ilha de Páscoa

Faróis Gémeos, Cabo Ann, EUA

Cataratas de Ban Gioc, Vietname

Parabéns

Mais uma vez a PSP está de parabéns por ter feito cumprir as leis da República e reposto a legalidade em espaços públicos de Lisboa e do Porto.
Porque o direito à manifestação, o direito de reivindicar habitação, o direito de protestar contra o aumento do custo de vida são direitos inalienáveis mas que não dispensam os manifestantes do dever de cumprirem as leis.
E que tem a ver com exigir mais habitação e menor custo de vida factos como os seguintes?
* Vandalização de monumentos.
* Emporcalhamento dos espaços públicos.
* Tráfico de droga.
* Indivíduos de cara tapada infringindo a lei.
* Bandeiras de um Estado que não existe e que é hoje claramente a bandeira do terrorismo e da anarquia.
* Acampamentos clandestinos em espaço público ao arrepio das leis.
* Desobediência reiterada, e nalguns casos violenta, aos insistentes apelos da PSP para que abandonassem o local.
* Constantes provocações e insultos aos agentes de autoridade.
* Discursos, alguns deles de estrangeiros, a apelarem à violência e à anarquia.
* "Ressuscitar" de assembleias populares, sem qualquer legitimidade diga-se de passagem, como se ainda estivéssemos no PREC.
Face a tudo isto a PSP agiu e agiu muitíssimo bem pelo que merece os mais sinceros aplausos e o desejo de que continue a ser o garante da Liberdade, da Democracia e do Estado de Direito.
Depois Falamos.

domingo, outubro 25, 2026

Silêncio

Porque Luis Montenegro anda desaparecido?
A resposta é muito simples.
Porque anda a trabalhar, a resolver problemas , a cumprir o mandato que os eleitores lhe confiaram.
E o seu silêncio perante os jornalistas, uma das classes profissionais mais desacreditadas neste país, que tanto os incomoda será o evitar perder tempo com aqueles que em vez de se preocuparem com deontologia profissional e servirem os seus leitores, ouvintes e telespectadores com verdadeira informação apenas se preocupam em darem palco às agendas ocultas de forças politicas reduzidas à quase insignificância e aos habituais grupinhos de pressão acantonados na bizarria.
De que a forma como fazem a cobertura do campismo clandestino em Porto e Lisboa, chegando ao ponto de levarem a telejornais alguns dos delinquentes e seus representantes, é a melhor prova de que se trata de gente com quem não vale a pena perder tempo.
Eu votei na AD por várias razões mas também por Luis Montenegro.
E apoio totalmente este período de desprezo à classe jornalística. 
Podem não aprender com ele mas pelo menos a vergonha de perante o pais serem reduzidos à sua insignificância é vergonha de que já ninguém os livra.
Depois Falamos.

Nota: Claro que há bons, excelentes, óptimos jornalistas. Mas são poucos e são, infelizmente, a excepção que confirma a regra

sábado, outubro 24, 2026

Rosa

Ontem, pela primeira vez na sua História de 104 anos, o Vitória usou camisolas cor de rosa.
Por sinal bem bonitas.
Fê-lo por uma nobre Causa , ajudar na luta contra o cancro da mama, quer usando camisolas daquela cor quer doando 20% do valor das vendas à " Associação Vencedores do Cancro Unidos pela Vida". 
É daqueles casos em que não usar a camisola branca, e num jogo em casa, se justifica plenamente.
Não sei se a camisola voltará a ser usada mas espero que sim porque em minha opinião é de muito longe a mais bonita das quatro em uso na actual temporada.
E se fosse supersticioso até diria que devíamos jogar muitas vezes com ela porque na sua estreia conseguimos o triunfo mais dilatado dos últimos anos!
Depois Falamos.

Nota: Há muito que defendia que o Vitória devia numa qualquer época ter usado um equipamento cor de rosa em homenagem ao papel das vitorianas no clube. Chegou o dia e embora o motivo fosse outro também se pode ver naquela camisola um tributo às vitorianas.

sexta-feira, outubro 23, 2026

Ilha da Liberdade, Nova Iorque

Esfinge de Gizé

Cavalo de Troia

Desonestidade

Felizmente o que Augusto SS quer ou deixa de querer já não interessa para nada neste país.
Tal como o próprio que não passa de uma recordação de tempos maus da democracia portuguesa, que ainda hoje o país anda a pagar a duras penas, que se ainda tem algum palco o deve aos camaradas da comunicação social que insistem em impingir as opiniões de um sujeito sem qualquer credibilidade.
Que pese embora a sua comprovada inutilidade conseguiu a proeza histórica de fazer parte de governos de três primeiro ministros ( Guterres ,Sócrates e Costa) e tem o recorde absolutamente espantoso de ter sido ministro de cinco diferentes pastas ( Educação, Cultura, Assuntos Parlamentares, Defesa e Negócios Estrangeiros) sem aptidão especial para qualquer delas e sem em qualquer delas ter deixado algo que valha minimamente a pena recordar.
Apenas palavreado, promessas por cumprir e um estilo caceteiro que ainda assim não impediu que chegasse, imagine-se, a presidente da Assembleia da República.
Pois este vestígio do passado não resiste a querer influenciar o presente (coitado...) e pensando que são todos como ele e o seu amigo António Costa acha que se o Chega ganhar eleições o PS e o PSD devem fazer uma geringonça ao centro para impedir de governar quem ganhe as eleições.
Uma desonestidade política já conhecida do PS mas na qual espero que nunca o PSD embarque, se um dia a questão se puser, porque isso seria perder completamente toda a razão que teve em 2015.
Por razões de principios (coisa que Augusto SS obviamente não tem) e também de clarividência política.
Porque uma geringonça do Bloco Central não só não duraria muito como faria que em eleições posteriores o Chega obtivesse uma maioria absoluta e provavelmente bem dilatada.
E se um dia o Chega tiver de governar é preferível que o faça em minoria e controlado pelo Parlamento do que ao abrigo de uma maioria absoluta que representa um poder quase absoluto.
Mas para o em tempos ideólogo do "eu gosto e é de malhar na direita" isso é manifestamente difícil de perceber.
E por isso vai malhando nele próprio ao cobrir-se de ridículo pelos disparates que diz!
Depois Falamos.

Resultado

Vandalismo, tráfico de droga, intolerância política, bandeiras da inexistente Palestina, provocações às autoridades, infração de leis, parques de campismo clandestinos, sujidade por todo o lado, tentativa de ressuscitar o PREC com as ridículas assembleias populares, estrangeiros a quererem ditar leis no nosso país, delinquentes igualmente estrangeiros a quererem apedrejar a casa do PM e a exigirem casas que nos seus países não lhes dão, escumalha estrangeira a defender os terroristas do Hamas e o PAIGC, extrema esquerda a apoiar porque são tão maus como eles, o PS assolado por uma aterradora falta de sentido de Estado a transigir com a desordem de olho nos hipotéticos votos daquela gente.
É, em suma, o resultado desta palhaçada em que o país anda mergulhado há vários dias.
Contributos sérios para ajudar a resolver o problema da habitação e do custo de vida ?
Nenhum!
Mas o objectivo também nunca foi esse!
Depois Falamos.

Jorge Neto

O Jorge foi meu colega no Parlamento durante duas legislaturas. 
Um bom colega e um bom amigo com quem sempre mantive uma relação cordial e bem disposta. 
Foi secretário de estado da Defesa e não terá feito uma carreira mais longa na política porque a paixão pela advocacia foi sempre mais forte. 
Sabia-o com problemas de saúde há já alguns anos e infelizmente este era um desfecho que se temia há algum tempo. 
Foi um excelente advogado, um deputado tecnicamente muito bem preparado e um orador com uma retórica muito própria que o distinguia. 
Era aquilo a que se chamava uma pessoa com classe. 
Vai fazer muita falta à família e aos amigos. 
Que descanse em paz.
Depois Falamos.